quinta-feira, 26 de maio de 2011
DIREITOS HUMANOS
elaborados em Área de Projecto
Neste 3º período, os alunos da turma do 7ºD visionaram numa aula de Área de Projecto um vídeo sobre Direitos Humanos promovido pelo Conselho Europeu, vídeo este que foi requisitado na BECRE da escola pela professora da referida Área Curricular Não Disciplinar, Ana Lúcia Almeida. Após o visionamento deste vídeo e reflexão conjunta acerca da temática abordada, os alunos da referida turma elaboraram alguns textos sobre o que entendem por Direitos Humanos. Aqui estão alguns dos comentários que merecem especial destaque pela riqueza do seu conteúdo, tendo em conta a faixa etária e o ano escolar dos alunos que os elaboraram.
Para mim os direitos humanos são algo de muito importante para a humanidade, em geral para todos os que, todos os dias, são maltratados e não podem ser a sua opinião e as opiniões dos outros são-lhes incutidas de maneiras impróprias e muitas vezes através do uso da violência, como forma de intimidação, em especial para as minorias étnicas.
Os direitos humanos são algo que nos permite ser livres, ter a nossa própria opinião, sem sermos desrespeitados. Podemos ser quem nós somos, sem termos de ser a raça perfeita defendida por regimes político, como o apartheid ou o neo-nazismo.
João Petinga, nº 10. 7ºD
Os direitos humanos, para mim, são o direito que as pessoas têm de se expressar, de se manifestar e de ser como os outros, ter uma casa, etc. Todas as pessoas são iguais, somos todos humanos. As pessoas têm todas [os mesmos] direitos. Acho que não se deve julgar uma pessoa por ser diferente: branco ou preto, deficiente ou de boa saúde.
Direito humano é ter direito de…
Tiago Silva, nº 19, 7ºD
Os direitos humanos para mim são direitos e deveres. Podemos ter tudo se cumprirmos com isto, por exemplo: direito/dever de falar, direito/dever de estar calado, direito/dever de ir à escola, direito/dever de fazer trabalhos domésticos, direito/dever de ajudar a família, direito/dever de fazer os trabalhos de casa, direito/dever de ter boas notas, etc.
Francisco Oliveira, nº 5, 7ºD
Para mim os direitos humanos são direitos que todas as pessoas no mundo devem ter e que devem ser respeitados e que infelizmente não são.
Felizmente há organizações que lutam por esses direitos e ajudam pessoas que têm dificuldades, mas apesar das suas dificuldades não são diferentes e devemos tratá-las e respeitá-las.
Infelizmente nem todos os países respeitam os direitos humanos e espero que em breve haja respeito para todos os seres humanos neste planeta.
Frederico Morais, n. 6, 7ºD
No nosso mundo há muito racismo e há pessoas que lutam para acabar com o racismo. As outras pessoas são iguais a nós e devem ter os mesmos direitos de vida.
Em alguns países não se respeitam os direitos humanos. Em alguns lugares de Portugal não são respeitados os direitos humanos.
Eu acho que deviam respeitar tal como a pessoa é. As pessoas devem continuar a lutar pelos direitos que acham que devem ter e merecem.
Carina Claro, nº 22, 7ºD
DIREITOS DOS PARCEIROS NUMA RELAÇÃO
- Amor
- Confiança
- Respeito
- Diálogo
- Ajuda
- Dizer não
- Sinceridade
- Passar tempo sozinho
- Ser ouvido e ouvir
- Passar tempo com a família e amigos de cada parceiro
- Segurança
- Cometer erros
- Ter opiniões próprias e crenças religiosas
- Entendimento
Pelos alunos da turma 7ºD
em Área de Projecto
terça-feira, 24 de maio de 2011
Educação para a Saúde e Sexualidade
- Apresentação de um trabalho de Área de Projecto na BECRE por um grupo de alunos da turma 7ºD
à turma do 6ºD
Nós, os Mini-Cérebros, somos um grupo de trabalho de Área de Projecto da turma do 7ºD. Gostámos bastante de apresentar à turma do 6ºD, no dia 21 de Março de 2011, na BECRE da nossa escola, o trabalho “Violação Sexual e Métodos Contraceptivos” que realizámos ao longo do 2º período, nas aulas de Área de Projecto, com o apoio da professora Ana Lúcia Almeida. A ideia da apresentação do trabalho partiu do nosso grupo.
Pensamos que apresentámos bem o nosso trabalho de Área de Projecto e que os alunos do 6ºD gostaram da nossa apresentação. Achámos a experiência bastante educativa e agradecemos à professora Cristina Rocha por nos fornecer o espaço da BECRE. Se possível, voltaríamos a apresentar este ou outro trabalho de projecto a mais alunos da escola.
Os alunos:
Frederico França, nº6, Gustavo França, nº 7,
Leonor Joaquim, nº 11 e Luís Peres, nº 12, da turma 7ºD
Comentários de alguns alunos do 6ºD sobre a apresentação do trabalho “Violação Sexual e Métodos Contraceptivos”:
“Eu achei que o trabalho estava muito bom, interessante e educativo”.
Erico Domingos Cristovão, nº8, 6ºD
“Eu, pessoalmente, considero essa actividade muito educativa e espero que os alunos tenham aprendido mais sobre esse tema que abrange as aulas de C.N. [Ciências da Natureza] e F.C. [Formação Cívica]."
David Lampreia, nº6, 6ºD
“Acho que o trabalho estava muito bom, esclareceu as minhas dúvidas. Gostei muito!"
Mariana Santos, nº 16, 6ºD
“Eu achei o trabalho bom porque ensinou-nos mais coisas e ficamos a saber mais sobre doenças [sexualmente transmissíveis]. Gostei da palestra. (…) Fez-nos aprender mais coisas novas."
Iara Ferreira, nº 21, 6ºD
“Exprimiram-se muito bem, esclareceram-me algumas dúvidas. Fizeram uma boa apresentação.”
Valéria Zahoria, nº29, 6ºD
sexta-feira, 20 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Uma visita ao teatro
Trata-se de fotos da ida ao teatro da Avalon Company que decorreu no dia 24 de Março de 2011, no IPJ situado na Expo Lisboa. Participaram os alunos das turmas 7ºB, 7ºC e 7ºC, que adoraram a experiência de teatro, uma vez que eles próprios também puderam interagir em diversos momentos com os personagens da peça - "Blackbeard and the Lost Treasure of Skull Island". Esta ida ao teatro inglês foi organizada pelas professoras de Ana Lúcia Almeida e Marina Flora e contou com a presença da professora Manuela Subtil como professora acompanhante.
sábado, 16 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Mantém-te seguro, protege-te!
terça-feira, 5 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Percurso pedestre de orientação Março 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
Quem vê caras, não vê corações, de Maria Conceição Galveia
Esta história transmite-nos várias mensagens. Uma delas é que não devemos julgar as pessoas só pela sua aparência, mas devemos conhecer primeiro, antes de a interpretar mal.
Acho que deveria haver mais pessoas a seguir este conselho e a não julgar qualquer pessoa que vejam. Neste caso, falo de mim, pois de vez em quando vejo na minha escola uma pessoa de quem não gosto, e que por acaso nem a conheço, apenas vejo algumas acções, as quais não me agradam, e então julgo-a. Mas eu sei que não é por isso que devo ou tenho que a julgar. A maior parte das pessoas da minha idade são tão insignificantes e têm maneiras de pensar menos favoráveis, que até podem não concordar com o que escrevo. Mas quem me entende, realmente, dá-me a razão.
Escrevo isto porque acho que todo o HOMEM tem a sua forma de pensar como eu tenho a minha. Pode não ser a mais acertada e também algumas vezes não correspondida, mas tento pelo menos ter a minha opinião, enquanto algumas pessoas não se expressam ou simplesmente não querem saber, porque acham que não vai valer de nada, mas seja uma crítica ou um elogio serve sempre para melhorar qualquer coisa.
Voltando ao conselho tirado do livro, acho que já estou para aqui a escrever um testamento mas torna-se mais forte que nós quando temos montes de ideias para transmitir, eu li uma história cujo título era “Quem vê caras não vê corações “, de Maria Conceição Galveia Ferreira, Edições Nova Gaia.
O livro transmite a algumas pessoas aquilo que elas não têm e que por vezes faz falta, através de provérbios: acho que já houve muitas pessoas que julgaram outras ou por não serem tão bonitas como algumas que se vê por aí, ou porque têm um defeito de nascença, ou até porque já teve problemas pessoais ou familiares quando eram pequenas e por isso é que não são aceites da mesma forma. Mas, por vezes, essas pessoas que são postas de parte é que são as mais honestas, fiéis, cuidadosas.
Podem achar ridícula a história, mas isso só acontece a quem não entende o que nos quer dizer.
















